Hoje, 15 de abril, comemora-se o Dia Nacional da Conservação do Solo. Tenho minhas dúvidas, pelo pouco que lí, se tem alguém preocupado com isto. O que é lamentável. Água e alimento nos permitem viver. Ambos dependem de um solo preservado e cuidado. Infelizmente, não é isto que se vê. Só no Brasil, há mais de 60 milhões de hectares de áreas degradadas. Segundo Márcio Carreiro, do Ministério da Agricultura: "cabe aos gestores públicos preservarem o solo". Então tá seu Márcio, vamos ver o que vai sobrar.
Na Amazônia Legal, entre 2002 e 2006, estima-se que uma área de 25 milhões de hectares tenha sido desmatada para dar lugar a criação de gado e a cultura da soja. O Estado do Mato Grosso, é o recordista. Sem querer ser alarmista, a continuar a derrubada da floresta, as queimadas criminosas, as consequências futuras são conhecidas, é a desertificação de boa parte da América do Sul.
Um comentário:
dados significativos sobre a amazônia; ouvimos falar sobre a amazônia todos os dias em nossos telejornais. Coloco aqui meu comentário sobre a conservação do solo relacionado à cemitérios. Hoje tornou-se um problema para o poder público as grandes áreas disponibilizadas para aterramento, que são consideradas perdidas e irrecuperáveis. Problemas de urbanização e contaminação de lençóis freáticos. A cremação é uma oportunidade a ser estudada em cada área do nosso país.
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