quinta-feira, abril 23, 2009

O Congresso e as passagens

No final do mandato tentei devolver meus créditos de passagens aéreas. Foi uma dificuldade. Para a Câmara, trata-se de uma relação privada, entre uma pessoa física e uma empresa aérea. Funciona como se fosse um cheque nominal. Depois de várias tentativas, em 11 de julho de 2007, devolvi ao então Presidente da Câmara, Deputado Arlindo Chinaglia, através de correspondência protocolada, todos créditos que ainda não tinha sido utilizados, totalizando R$49.781,46.

Na citada carta, recomendo: " ao encaminhar diretamente à Vossa Excelência os MCO's (créditos) descritos e anexados nesta correspondência, remeto para a Mesa Diretora a oportunidade de debaterem e deliberarem sobre uma nova sistemática de disponibilizar passagens aéreas para os deputados, evitando que se acumulem créditos ao longo de uma legislatura".

Acho que a carta não foi lida. Deu no que deu.

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