A lógica dos pedágios no Brasil, destoa do resto do mundo. Aqui o pedágio, não é uma opção. Quando se aprova a concessão, o bem negociado são os usuários. As praças de cobrança são estudadas para aproveitar ao máximo o fluxo de veículos. Vide o caso de Palhoça, no trecho sul da inacabada BR 101.
Aliás, foi lá que milhares de pessoas ficaram retidas por mais de 4 horas, na última terça-feira. O engarrafamento ia de Imbituba até Florianópolis. Todos reféns de uma estrada que não está pronta, mas cuja cobrança já vem sendo anunciada.
Participei ativamente no passado, como vereador, do Movimento FLORIPA sem Pedágio. Agora, mesmo sem mandato, não vou me omitir. Venho cobrando dos parlamentares catarinenses uma posição sobre a cobrança de pedágio em estradas não concluídas. Até o momento não tive resposta. Espero que os deputados e senadores pautem este assunto de grande importância para os catarinenses. Como diria o filósofo e político grego Empédocles (492-432 AC): “hesitamos em tomar partido; nada decidimos livremente, de maneira absoluta, coerente”. (A foto acima foi retirada do blog flagrantesdocotidiano.blogspot.com/)
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