terça-feira, fevereiro 15, 2011
LIXO um problema global
Em outubro do ano passado Nápoles estava tomada pelo lixo. Importante cidade da Itália, Nápoles sofreu com os protestos contra a abertura de um segundo lixão em Terzigno. Na época o prefeito Russo Iervolino se mostrava impotente diante de 2 mil toneladas de lixo acumuladas nas ruas. Recolher lixo e criar lixões é um negócio bastante rentável, tanto aqui como em Nápolis, só que não é a solução. Os lixões estão sendo questionados. A tendência é dos resíduos passarem por uma seleção prévia e através de tecnologias apropriadas transformá-los em energia. Ontem estive em Sorocaba, uma cidade do interior de São Paulo com 600 mil habitantes, onde o destino do lixo para efeito de geração de energia começa a ser estudado. É um projeto piloto cuja viabilidade econômica ainda não está totalmente resolvida. No entanto, o interesse é grande. O Instituto IDEAL está se dispondo a ajudar no projeto. Nossa intenção é a de aprendermos juntos. Dar um destino econômico para o lixo vai ser determinante para buscar alternativas futuras para esse grande e grave problema que o mundo já está vivenciando.
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