O tempo curto e a agenda cheia tem me impedido de comentar minha passagem pela França. Não é por falta de assunto. Aqui, onde cada esquina tem uma história para contar, o que não falta é assunto. Começo por Paris uma cidade cada vez mais tomada pelas bicicletas onde políticas públicas de incorporá-las na vida da cidade tem dado resultado. Pedalar começa fazer parte do cotidiano de milhares de parisienses. Na Embaixada do Brasil, na terça-feira, a reunião que tivemos abriu possibilidades de reproduzirmos o que vamos fazer em Berlim, em Paris. Vai ficar para o final do ano.
Na quarta, a Voltalia, uma empresa que só atua na área das renováveis (tem um parque eólico no nordeste do Brasil) também nos recebeu na sua sede para conhecer um pouco melhor as potencialidades da energia solar no nosso país.
Na sexta, a Schneider, uma das maiores empresas francesas (140 mil empregados e 20 bilhões de euros de faturamento), também nos recebeu para tratar especificamente da questão solar no Brasil. A reunião foi na sede da empresa em Grenoble. Grenoble fica a mais de 500 km de Paris, "no pé dos Alpes". O resultado, de uma reunião que levou 3 horas, foi muito importante para o Instituto: a Schneider vai participar de projetos solares no Brasil e se dispõe a formar parceria com o Instituto IDEAL através de inicativas conjuntas na promoção da energia solar no nosso continente.
Na segunda chego em Berlim. De lá volto a comentar sobre nossas "andanças em busca do novo no velho continente".
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