quinta-feira, maio 19, 2011

Etanol e aeroportos: o que fazer?

A nova safra de cana de açucar chegou. Os preços na bomba vão cair. Os flex vão continuar sendo vendidos. A demanda por etanol continuará crescendo. O preço do açucar no mercado internacional vai continuar determinando a produção do etanol (lei da oferta e procura). As áreas para expandir a produção estão cada vez mais caras e distantes. Boa parte das nossas usinas foram vendidas para grandes grupos estrangeiros. Diante desse quadro, assegurar o preço e proteger os consumidores, só mesmo com políticas públicas para o setor. E quanto aos aeroportos, a situação não é diferente. A incomodação dos usuários que utilizam nossos aeroportos se assemelha a impotência dos proprietários dos carros flex diante dos preços crescentes nas bombas. Sem a devida expansão nas instalações, nossos aeroportos não conseguem atender o crescimento do mercado. Assim como falamos do etanol e aeroportos, coisas aparentemente distintas, poderíamos falar de estradas e saúde. O que queremos é mostrar que esse novo Brasil, no campo e nas cidades, começa a exigir respostas para atender as demandas próprias do seu crescimento.

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