quinta-feira, dezembro 17, 2015

Fim de tarde no Campus, sem Cunha nem WhatsApp.

Nem a proximidade das festas de Final de Ano, consegue aliviar o clima em Brasilia. Os brasileiros - perplexos - se perguntam: onde tudo isso vai parar? Quando não é Cunha, é o Cerveró. Quando não é o Delcídio, é o Fernando Baiano. A Lava-Jato virou uma novela sem fim. E quanto ao Brasil? Para boa parte dos envolvidos - direta e indiretamente - que se dane! Sobre forte pressão, a presidente Dilma vem se mantendo no cargo. Mesmo reconhecendo seus equívocos na política, na gestão e na economia - já comentados aqui no blog -, ainda continuo achando legitima a sua permanência e, por consequência, a menos traumática das soluções.  

Só que não é sobre Dilma que eu quero falar. O motivo do meu comentário, é um fim de tarde no Campus da UFSC - sem Cunha nem WhatsApp. As fotos abaixo, propositalmente distantes e desfocadas, são para preservar as pessoas que buscam na feira orgânica do Campus - um pouco de paz.
 
Estão lá para curtir a família, os amigos, comer um pastel, tomar um caldo de cana sentado na grama.    
 
Cada vez mais angustiados com a política, não conseguem ver uma luz no fim do túnel.  Sem o WhatsApp, em razão da decisão unilateral de uma única juíza - o que ainda resta é contemplar a natureza e conversar com os amigos. Foi o que fiz. Esperei o sol se pôr, jogando conversa fora, tomando um caldo de cana e curtindo um bom pastel. Uma atitude, acima de tudo prazerosa. Impensável - nos dias de hoje - para boa parte dos nossos parlamentares.
 
PS - enquanto curtia esse bucólico final de tarde, a postagem anterior - sobre energia solar - batia a marca no número de visualizações do blog num único dia.

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