terça-feira, março 22, 2016
Uma boa notícia.
O que me motivou fazer um pós-grado de gestão estratégica na Universidade de Belgrano, em Buenos Aires, no ano passado, foi agregar conhecimento ao que estamos fazendo no Instituto IDEAL. Foi pensando em incorporar as preocupações futuras com o clima, com o desenvolvimento sustentável, com a mobilidade urbana, com uma matriz energética mais limpa e com a redução nas emissões de gases de efeito estufa na América Latina, que me fizeram encarar esse desafio.
Tanto assim que nosso grupo (Lorena/AR, Verônica/UR e Pedro/UR), desenvolveu como trabalho final a monografia América sin Carbon. Uma iniciativa para a descarbonizar a América Latina.
Estávamos certos. É possível mudar o modelo de desenvolvimento. Entre 2014 e 2015, com o PIB global avançando 3%, a emissão de gases de efeito estufa também se expandiu no mesmo percentual. A Agência Internacional de Energia, que mede as emissões globais há mais de 40 anos, só tinha identificada essa situação em três momentos: no início dos anos 80, após o choque do petróleo, em 1992, com o fim da União Soviética, e em 2009, na crise financeira mundial.
Só se pode crescer sem poluir de duas maneiras: alterando a matriz energética em favor de fontes de energia menos intensivas em carbono, ou aumentando a eficiência de energia. No segundo caso, trata- se de obter os mesmos bens e serviços com menos eletricidade ou combustível, por meio de máquinas e veículos aperfeiçoados . O que a Folha afirma em Editorial (19-3) faz parte do que estamos fazendo no Instituto IDEAL: com o programa América do Sol, e também com o tema abordado na nossa monografia na Universidade de Belgrano - com os carros elétricos.
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