terça-feira, abril 05, 2016

Impeachment dentro das quatro linhas.

Depois do Brasil e Alemanha na Copa de 2014 (7x1), e da vergonha que passamos, muita coisa mudou. Embora sendo gaúcho, a troca de Felipão por Dunga não me motivou. Ao contrário, assisto os jogos da Seleção com o coração na mão. Foi assim nestes dois últimos jogos, como penso que vai continuar assim durante toda a fase de classificação do Brasil para a próxima Copa.

Assim que soube que o artigo de Juca Kfouri sobre o impeachment estava repercutindo nas redes sociais, fui atrás. Pensei que poderia ser sobre o impeachment do Dunga. Falha minha, Juca Kfouri estava escrevendo sobre a Dilma. Com a inteligência que tem, usando o linguajar do futebol que domina, procurou explicar "a bola dividida" que nos metemos.

"Então, a situação do jogo é esta: se você torce para um time ou para o outro, ou quer que os dois sejam eliminados, você tem todo o direito".

"Só não esqueça que a vitória roubada não é legitima, que sem respeito as regras não tem jogo. E que uma expulsão ilegal, nesta altura do campeonato, pode virar um tremendo quebra-pau no estádio, pode virar tragédia"

"Se você acha que vale arriscar só para ver o rival derrotado, lamento dizer que não estamos no mesmo time". (Juca Kfouri)    

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