No sétimo seminário Energia + Limpa, que começa amanha na FIESC (01/6), o que se busca são respostas para a energia solar fotovoltaica ganhar escala no Brasil. Exemplos bem sucedidos nos três estados do sul, fazem parte da programação e poderão ajudar a alavancar novos projetos. A parceria que se vislumbra com as cooperativas, por exemplo, pode ser um caminho que se abre. Na região Sul, o cooperativismo tem tradição e potencial para impulsionar a entrada dessa nova forma de gerar energia.
A energia solar fotovoltaica por muito tempo foi desprezada pelo planejamento do setor elétrico. Por não ser prioridade, mofou nas gavetas. Hoje, com um mundo cada vez mais em sintonia com a sustentabilidade do planeta, a energia do sol ganha status e vira negócio. Em 2015, a energia solar fotovoltaica foi a fonte de energia que mais cresceu, mais empregou e mais investimentos recebeu.
Para o pesquisador alemão Thomas Frohlich, do Brazil Institute na universidade King's College London, um dos problemas da Alemanha: são quantidades enormes de energia excedentes geradas nos parques eólicos e nas usinas solares, que até agora, não podem ser estocadas em baterias. Com isso lidar com o desiquilíbrio entre oferta e demanda, é um grande desafio. Essa dificuldade tecnológica não existe aqui. No nosso caso, que temos um grande sistema nacional interligado, os reservatórios das hidroelétricas fariam o papel de uma imensa bateria, podendo perfeitamente equilibrar oferta e demanda, otimizando o uso da água do vento e do sol.
PS - na Semana do Meio Ambiente o que nos falta é assumir a sustentabilidade como politica de Estado.
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