segunda-feira, setembro 12, 2016

O tempo não para (eu que o diga).

O tempo não para. Eu que o diga: sem pedir licença, quando vi meus 68 anos chegaram. Fora de casa, no Rio de Janeiro, quando me dei conta - já era. Que sejam bem vindos. Aos olhos dos outros, uma realidade. Não foram poucos no Metro que ofereceram lugar. Um claro sinal dos tempos.

Como lembrança desse dia especial para mim, que quis o destino me distanciar dos mais próximos, registro no blog uma citação aos Jogos para uma reflexão coletiva:

"Os atletas paralímpicos ensinam a todos, deficientes ou não, a não pedir licença para existir, a apropriar-se da vida como ela se nos apresenta e viver o que nos apraz na medida e até mesmo no limite extremo de nossas possibilidades. Ensinam como se alarga o campo do possível, com amor a  vida, perseverança e autoestima, o que, para qualquer um de nós, mesmo em situações menos exigentes, nem sempre é fácil". (Rosiska Darcy Oliveira, escritora)

PS - Além da apresentação que fiz, dois outros motivos ligados a energia solar me trouxeram ao Rio.  Comento depois.

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