quarta-feira, setembro 07, 2016

Paralimpíada: o legado da inclusão.

Num 7 de setembro sem muita motivação para celebrações, a novidade são os Jogos Paralímpicos do Rio, primeira vez realizados na América Latina. Como tenho um compromisso na próxima sexta, dia 9, participando de um debate sobre energias renováveis no pavilhão da Alemanha, na praia do Leblon, fui atrás da história dos Jogos Paraolímpicos (agora chamados de - Paralímpicos).

De tudo que li, o que me encantou foi artigo de Alex Ellis, embaixador do Reino Unido no Brasil, que trata os jogos como "O legado da inclusão". Os Jogos Paralímpicos foram criados na Inglaterra em 1948. De lá para cá vem crescendo a cada ano. Em 2012, foram 4200 competidores representando 165 nações. Nos Jogos do Rio, que começam hoje, a expectativa é de que esses números sejam superados.

Segundo o Embaixador, "na Inglaterra a sociedade se transformou como um todo. Depois da Paralimpíada em Londres (2012), sete em dez crianças disseram mudar a forma como enxergam as pessoas com deficiência. Um em cada três adultos alterou sua atitude perante elas".

Uma verdadeira revolução social, cultural e comportamental. E se formos atentos e abertos, dá para ir além incluindo no pacote: avanço tecnológico, qualidade de vida e sustentabilidade.

O embaixador Alex Ellis, no seu artigo comenta que acompanha fascinado o mundo da inovação e das possibilidades que se movimenta para incluir cada vez mais essas pessoas. E que os Jogos Paralímpicos dão essa visibilidade: "fazendo com que a sociedade entenda que incluir pessoas com deficiência não é caridade, mas uma necessidade para todos nós".  

* o artigo completo do embaixador Alex Ellis, merece ser lido. (publicado FSP 7-9)

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