Estamos a poucos dias do encontro sobre clima em Copenhague. Por mais que queiram reduzir a importância desse encontro, a expectativa é grande. Líderes dos principais países vão estar lá. A opinião pública mundial, em cada canto desse Planeta Terra, mesmo a quilômetros de distancia, também estará de olho lá. E eles sabem disso! Portanto, não tratar mudanças climáticas com responsabilidade será cobrado por toda a humanidade.
O último documento público do G-20 sobre seguridade energética e cambio climático, se cumprido por todos, já é um bom começo. Ao afirmar que o acesso a fontes de energia diversas, acessíveis e limpas é fundamental para o crescimento sustentável, os países se comprometem com mudanças. Melhorar a eficiência energética, por exemplo, deve ter um papel importante nas próximas décadas. Com os preços crescentes dos combustíveis fósseis, a tendência é acabar com os subsídios que alguns países insistem em manter. Dessa forma, combate-se o desperdício no consumo e cria-se a cultura da eficiência energética.
Em paralelo, o documento propõe medidas objetivas de estímulo a investimentos, promoção e transferência de tecnologia em energia limpa. Com o aumento da oferta mundial de energias renováveis, promove-se um crescimento sustentável e ameniza-se o efeito perverso das mudanças climáticas.
Com isso os líderes do G-20 respondem para o mundo a vontade de se comprometerem com o futuro. Eles sabem que a recuperação econômica para ser duradora precisa incorporar o novo, e o novo está na sustentabilidade, nos carros elétricos, na energia solar e nos empregos verdes. Eles vão buscar em Copenhague um acordo que contemple medidas de mitigação, transferência tecnológica e financiamentos de seus projetos futuristas que irão sinalizar para um novo modelo de desenvolvimento.
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