Uma equipe de cientistas de Córdoba, na Argentina, liderada pelo pesquisador Pablo Rodriguez, está apostando na produção do etanol a partir do soro obtido com a fabricação de lácteos. Os resultados são promissores, principalmente em função de desperdício que envolve a produção de queijo. Para se produzir um quilo de queijo 9 litros de soro lácteo são jogados fora. Boa parte desse soro é descartado, podendo contaminar a água e o meio ambiente.
Iniciativas nessa área estão se multiplicando na América do Sul. Em Londrina, no Paraná, a Universidade do Norte montou uma destilaria semelhante à de Córdoba. No Chile, a Universidade Tecnológica Metropolitana acaba de lançar um projeto piloto de transformação de resíduo de leite. O financiamento é da agência alemã de desenvolvimento sustentável GTZ e da ONG britânica GVEP (ambas parceiras do IDEAL). No Chile são gerados 1,3 bilhões de litros/ano de soro de leite. No Brasil, são 5 bilhões. Investir em tecnologia que possa processar o soro e produzir resultados econômicos, é o caminho. (Fonte: Revista América Economia)
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