Começou nessa semana, no México, a 16ª Conferência das Partes da Convenção do Quadro da ONU para Mudanças Climáticas. Como todo grande encontro sobre clima, cercado de ceticismo e de esperança. Segundo analistas, depois da COP 15 em Copenhague, não há "clima" para um acordo global sobre o clima em Cancun. Mesmo assim, nós os esperançosos, aguardamos bons encaminhamentos. No final da convenção, que será dia 11, vamos poder avaliar os compromissos e os entendimentos que a Conferência produziu.
Na abertura da COP 16, o presidente do México, Juan Calderón, com sabedoria enumerou os temas de interesse global da humanidade: clima, pobreza e combate a violência. Calderón tem exemplos muito presentes em seu país desses desafiantes temas. Por isso, a importância do seu pronunciamento. Sabe, como poucos, o alto custo que a sociedade mexicana paga por conviver com esta situação. Calderón reconhece, que: "o que deixarmos de gastar agora para preparar o caminho de uma economia sustentável sairá muito mais caro depois".
PS - Alessandra Mathias, jornalista e assessora de comunicação do Instituto IDEAL, por ser a representante do Instituto nos fóruns estaduais que tratam da questão climática em Santa Catarina, está em Cancun participando oficialmente da COP 16.
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