Não gosto de escrever sobre futebol. Raramente faço isso. Futebol é pura emoção. Vejam o "caso Ronaldinho". Na saída do Grêmio deixou o time chupando dedo. Na anunciada volta, um novo drible. Enquanto a torcida aguardava sua chegada no Olímpico, Ronaldinho assinava com o Flamengo. Por coincidência estava em Porto Alegre nesses dias decisivos do "caso Ronaldinho", tratando dos "Estádios Solares" com gremistas e colorados bem informados. Segundo eles, até a entrevista no Copacabana Palace, estava tudo certo de que Ronaldinho ia voltar para o Grêmio. Depois da patética participação de seu irmão Assis na coletiva, caiu a ficha dos eufóricos torcedores gremistas. Era tudo uma farsa.
Vejam o que Tostão, um profundo conhecedor dos bastidores do futebol, escreveu na sua coluna de domingo:
"Desde a Copa de 2006, Ronaldinho é um jogador de dois passes excepcionais e um ou outro drible espetacular, sem sair do lugar. Para os grandes times da Europa, é muito pouco.Desistiram dele..... Aqui investidores, marqueteiros e cartolas fingem que contrataram o melhor jogador do mundo....... Ronaldinho parece uma mercadoria, um boneco guiado por controle remoto, que sorri e fala sempre a mesma coisa e com a mesma cara"
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