Na semana passada, em plena COP21, a maior cidade do mundo - pediu socorro! Com todo desgaste que a notícia trás, as autoridades chinesas, pela primeira vez, dispararam o alerta vermelho - diante da névoa tóxica que encobriu a capital chinesa. Na segunda-feira passada (7), Pequim se rendeu a poluição do ar. Com 20 milhões de habitantes, sua rotina foi abruptamente alterada. A névoa que encobriu a cidade, obrigou o governo a tomar decisões drásticas: escolas, fábricas e circulação de carros tiveram que parar.
O problema das emissões na China, não é novo. Só que, assim como a névoa que encobriu Pequim, também era encoberto pelas autoridades chinesas.
Agora, com a preocupação de todos com as mudanças climáticas fica mais difícil esconder os números da tragédia urbana em curso no planeta. Segundo estudo publicado no periódico científico "Nature", a poluição do ar é responsável diretamente por cerca de 3,3 milhões de mortes por ano. Estima-se que a cifra, na China, seja de 1,4 milhão. (Fonte:FSP)
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