Indagado por Andrés sobre o que fazer para que aflorem "vales do silício" na América Latina, Wadhva comentou que o mais importante é contar com uma massa crítica de mentes criativas. Segundo ele, disponíveis em cidades como México, São Paulo, Bogotá, Buenos Aires e Santiago do Chile. Claro que para esse encontro acontecer, das cidades com sua inteligência, barreiras precisam ser vencidas - como por exemplo: ambiente hostil a inovação, burocracia em excesso, corrupção e falta de apoio local.
Se é verdade que já temos grandes reservas de mentes criativas, que é a condição essencial para as sociedades inovadoras, também é verdade que o risco de não se fazer nada - só tende a nos afastar dos avanços científicos e tecnológicos. Como destaca Andrés em seu livro "Crear o morir", nos próximos anos se produzirá uma extraordinária aceleração nos avanços tecnológicos que pode separar ainda mais os países desenvolvidos dos chamados periféricos.
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