sexta-feira, fevereiro 10, 2017

Apesar de Trump, as energias renováveis continuam crescendo.

O Reino Unido, que decidiu sair da UE (e não tem muito sol), pode acabar dando um forte impulso à energia solar. Segundo Michael Bonte-Friedheim, sócio fundador e diretor executivo do Fundo Solar
Next Energy, como a libra caiu muito com o Brexit, a depreciação da moeda tem gerado aumento no custo da energia ao consumidor, o que torna a energia solar mais atraente.

Para alívio dos que lutam por uma matriz energética mais limpa o anúncio da maior empresa de energia eólica offshore do mundo, a dinamarquesa Dong Energy, de fixar 2023 como prazo para fechar todas suas usinas térmicas a carvão - soou como música! Segundo a Bloomberg, em 2023 toda a energia produzida pela Dong será renovável.

Na China, país que concorre com os EUA na produção de gases de efeito estufa, o governo definiu as regras para certificar a produção de energias renováveis. De acordo com a comissão responsável pela certificação, o governo irá propor uma política de desenvolvimento nacional para o setor de renováveis sem qualquer tipo de subsídio. Um programa de longo prazo voltado para mitigar os efeitos dramáticos da poluição do ar nas grandes cidades chinesas.

Nos EUA, terra do Trump, no sul da Califórnia, acaba de ser inaugurada uma das maiores usinas solar térmica do planeta. São 377 MW gerados a partir do sol que incide sobre 170.000 espelhos. Dá para dizer, que: apesar de Trump, as energias renováveis crescem! A humanidade agradece,

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