segunda-feira, abril 04, 2011

O pânico nuclear é fruto da incerteza

Pelas notícias que circulam vão concretar Fukushima. Não deve ser nada fácil. Imaginem cobrir de concreto uma planta nuclear daquela dimensão. Uma medida drástica só é aplicada em situações extremas. Por isso acho que os vazamentos permanecem e o risco da contaminação também. As consequências dessas incertezas já refletem no mundo dos negócios. A falta de peças na indústria japonesa é uma realidade. O risco de apagões também. A maior geradora de energia, a Tokyo Electric Power (Tepco), dona da Fukushima, tem futuro incerto. As usinas nucleares são responsáveis por quase trinta por cento do que os japoneses consomem. E eles consomem muita energia. Depois dos EUA são os japoneses os maiores consumidores de energia por habitante. Por falar em energia nessa segunda-feira promovemos o Seminário Energia Limpa: conhecimento, integração e sustentabilidade. A abertura é no Centro de Convenções da UFSC, às 19 horas. A entrada é livre e começa com uma Mesa Redonda, tendo como um dos convidados, Ricardo Baitelo, cordenador do Greenpeace no Brasil. Já dá prá ver que o desastre nuclear no Japão estará presente. Compareça.

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