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quinta-feira, maio 23, 2019
quinta-feira, outubro 08, 2009
A crise no turismo em Santa Catarina
Foi assim que o jornalista Moacir Pereira classificou o turismo no nosso Estado. Bem informado e próximo das pessoas citadas em sua coluna, Moacir a todos surpreendeu ao comentar as razões da demissão de Fernando Marcondes da presidência do Conselho Estadual de Turismo. Em carta, o empresário do ramo hoteleiro atribui sua demissão pelo desprestígio do conselho, pela falta de sintonia com a secretaria e por frustações decorrentes da desvalorização do colegiado. Se o senhor Marcondes, o mais badalado dos nossos hoteleiros, proprietário de um importante empreendimento no setor, se sentiu desprestigiado, imaginem os outros.
As causas, para mim, ainda não estão bem claras. O secretário de Cultura Esporte e Turismo, Gilmar Knaesel, tenta explicar mas não consegue. O Governador Luiz Henrique, cuja amizade com Marcondes não é segredo para ninguém (quem não lembra da defesa que fez do empresário na operação Moeda Verde), estranhamente nada comenta. Na coluna do dia 6/10, o jornalista Moacir Pereira deixa algumas pistas. Ao que parece : "as prioridades aprovadas pelo governador e impostas ao conselho: R$ 4 milhões para o cantor Andrea Bocelli, R$ 1,5 milhões para o Festival de Mágica de Marrakech e mais R$ 2,4 milhões para o Festival de Dança de Joinville, têm merecido reparos de conselheiros".
No fundo, o que se observa são desentendimentos próprios de onde não há profissionalismo. Onde o que prevalece são interesses amparados pela falta de transparência. O que o Estado precisa para o turismo é de uma política que contemple todas as regiões valorizando suas peculiaridades e cultura.
As causas, para mim, ainda não estão bem claras. O secretário de Cultura Esporte e Turismo, Gilmar Knaesel, tenta explicar mas não consegue. O Governador Luiz Henrique, cuja amizade com Marcondes não é segredo para ninguém (quem não lembra da defesa que fez do empresário na operação Moeda Verde), estranhamente nada comenta. Na coluna do dia 6/10, o jornalista Moacir Pereira deixa algumas pistas. Ao que parece : "as prioridades aprovadas pelo governador e impostas ao conselho: R$ 4 milhões para o cantor Andrea Bocelli, R$ 1,5 milhões para o Festival de Mágica de Marrakech e mais R$ 2,4 milhões para o Festival de Dança de Joinville, têm merecido reparos de conselheiros".
No fundo, o que se observa são desentendimentos próprios de onde não há profissionalismo. Onde o que prevalece são interesses amparados pela falta de transparência. O que o Estado precisa para o turismo é de uma política que contemple todas as regiões valorizando suas peculiaridades e cultura.
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