O Japão tem séculos e mais séculos de história. Sua cultura é milenar. Seu povo exemplar, de olho no futuro, busca nas energias alternativas as fontes que irão substituir suas usinas nucleares. As novas plantas solares sobre o mar, meu comentário de ontem, comprovam a determinação dos japoneses. Inovação tecnológica, meio ambiente, criação de empregos caminham juntos na opção que o Japão fez. Perto da li, um vizinho que sempre o preocupou, cresce como ninguém utilizando toda a energia que pode. A China, segunda economia do mundo, usa carvão em larga escala para atender sua crescente demanda. O carvão, como sabem, é o mais poluente combustível fóssil. Os custos da poluição descontrolada já chegaram na saúde, no turismo e na economia. A luz vermelha acendeu para cidades como Pequim, Xangai e Chengdu. Em outubro de 2013, Harbin, cidade de 10 milhões de habitantes, paralisou suas atividades por inteiro em razão dos níveis de poluição. No último dia 16 de janeiro, as autoridades de Pequim mediram o índice de partículas inaláveis finas, associada a graves doenças respiratórias. O valor medido por metro cúbico estava 20 vezes acima do que a Organização Mundial de Saúde recomenda. (Fonte: Revista Planeta)
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