Quem passa por Fortaleza fica impressionado com o vento - venta muito! Para a economia local, nada mal: são os bons ventos que irão viabilizar investimentos de 37 bilhões de reais em parques eólicos no nordeste. Segundo a presidente-executiva da Abeeólica, Élbia Melo, são 8.388 MW até 2018. A energia eólica produzida na região vai ser suficiente para atender 54 milhões de pessoas, comenta Élbia. (Fonte:FSP 24/6)
Longe dali, no sul do Rio Grande do Sul, surge um novo polo de desenvolvimento para a energia eólica. A previsão até 2018, mais de 6 bilhões de reais em investimentos. São 70 parques eólicos em construção que irão se somar aos 21 que já estão em operação. Os ventos também são bons e a região é quase virgem. São mais de 500 km de um litoral ventoso que vai até a fronteira com o Uruguai. No meio do caminho, a cidade de Rio Grande, importante porto e polo naval. Sua localização ajuda a logística e tem tudo para se tornar um centro de desenvolvimento eólico. Pela proximidade com os países do Mercosul e por ser um litoral de águas rasas, em breve Rio Grande será também referência de estudos e projetos off-shore. E é justamente com esse olhar para o futuro, que me fez levar o Instituto IDEAL a se envolver com um projeto na região voltado para a formação do conhecimento e a preparação de mão de obra especializada. Numa condição única, cinco universidades já se comprometeram a participar e colaborar com esse projeto inovador e futurista. O caminho é longo, mas vale a pena percorrê-lo.
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