sexta-feira, fevereiro 15, 2019

Onde estamos, para onde vamos?

A foto ao lado foi tirada ontem pela manhã (14), a caminho do Instituto IDEAL. Esse emaranhado de cabos e fios pode ser visto em milhões de postes espalhados pelo Brasil. Além do risco que trazem, o uso indevido dos postes representa o atraso. Postes não foram feitos para suportar tanto peso.  A qualquer momento, um acidente pode matar alguém. Ou deixar milhares de pessoas sem energia, sem TV e sem internet. 

E por falar em internet, foi através dela que me chegou uma indagação sobre o futuro: "Quê pasaria si el mundo quedera sin internet"? Através de uma ciberguerra, estudiosos de olho no futuro se perguntam: o que aconteceria se um dia o mundo acordasse sem internet? Seria um verdadeiro caos global. Até onde sei, já tem gente pensado nisso. Um projeto piloto está em curso para minimizar os riscos de uma pane global. Algo semelhante à energia solar. Milhares de fontes/provedores descentralizados que evitariam a perda total dos dados. 


Outro tema preocupante sobre para onde vamos é a mudança do clima. Por aqui, só regredimos. Infelizmente, em relação a esse tema, o atual governo também optou pelo atraso. Venho comentando sobre isso há um bom tempo. Mas vou continuar batendo nessa tecla. Dias atrás comentei, com dados da NASA, o aquecimento do planeta. Agora me aproprio de estudos do Pew Research Center, que confirmam as mudanças climáticas como sendo a maior ameaça global. Apesar do que tuitam Trump e Bolsonaro, a busca por respostas continua. Por coincidência, outra novidade que o Pew Center traz, são os riscos de ataques cibernéticos. Uma preocupação que vem ganhando espaço entre cientistas do mundo todo. (Fonte: de NY, Danielle Brant)

Como destino e política se confundem, penso que não vivemos um bom momento. O tempo para se pensar, planejar e executar vem perdendo espaço a cada dia. A boa conversa que leva ao entendimento foi deixada intencionalmente de lado. O Twitter, uma versão mais atual dos bilhetes de Jânio Quadros, nesse governo já perdeu a simbologia da modernidade. Se transformou numa coisa menor: um lugar para expressar a mágoa, o ranço, a intriga e o atraso. 

 

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