Sobre o futuro, Arturo Alárcon, especialista sênior na área de energia do BID (Inter-American Development Bank), comentou sobre a nossa incapacidade de compreender perfeitamente como funciona o clima. E que o desconhecimento não pode ser desculpa para não se agir. O clima está mudando por causa da atividade humana. Precisamos reagir. (Fonte: Linkedin, 29/7)
A China, maior produtora de painéis fotovoltaicos no mundo e líder na geração de energia solar, está vendo seus painéis solares gerando menos do que deviam: a causa, a poluição do ar. Pesquisadores chineses estimam que uma melhoria nos índices de poluição aumentaria a geração solar em mais de 10% no país, o que geraria uma economia de 5 a 7 bilhões de dólares até 2030. (Fonte: ISTO É Dinheiro)
No Brasil o grau de fragilidade dos nossos compromissos com o clima está na Amazônia, com o desmatamento crescente; e no campo com as queimadas de extensas áreas. Se não fosse o descaso das autoridades e uma incompreensão de parcela da sociedade, até que seriam duas situações bem fáceis de serem resolvidas. A causa está bem bem identificada e a responsabilidade também.
Três episódios recentes do Brasil de Bolsonaro que falam por si:
- Segundo o New York Times, o governo brasileiro deu uma guinada. Não mostra simpatia com a preservação do meio ambiente e nem com o aquecimento global. Apoia publicamente a liberação do garimpo na Amazônia, sem sequer associar aos desastres de Mariana e Brumadinho.
- De forma provocativa e descabida o presidente Bolsonaro declarou que preservação de floresta é coisa de vegano. Sem comentários.
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